Não é difícil perceber que muito do que se encontra na internet sobre branding geralmente é raso, confuso e sem fundamento teórico. E isso resulta em diversos mitos e definições erradas e conflituosas sobre o assunto. Para tornar este assunto um pouco mais claro, criei este espaço para refletirmos, discutirmos e, por que não, ensinar sobre um assunto fundamental para todo negócio que deseja ter uma marca coerente e, acima de tudo, relevante. Role pra baixo e boa leitura!
Nomear é um ato poderoso.
Desde o nascimento de uma criança até o lançamento de um foguete, dar nome é dar forma ao invisível. É marcar território, anunciar intenção. E com as marcas, não é diferente.
Aqui no Polvo, cada nome que criamos nasce de escuta profunda. Antes de qualquer brainstorm, a gente mergulha no propósito do negócio. Entendemos sua origem, seus porquês, seus valores e a personalidade por trás da ideia.
A pergunta não é: “Qual nome soa bonito?”
É: “Que história esse nome precisa carregar?”
Por isso, nosso processo de naming passa por:
Imersão e diagnóstico: exploramos o DNA do negócio;
Pesquisa de contexto e cultura: palavras, sons, referências visuais e simbólicas;
Criação de conceito-mãe: o fio condutor que dá sentido às palavras;
Construção do nome: sonoridade, originalidade, aplicabilidade e força de marca.
O resultado?
Um nome com alma. Com raiz. Com presença.
Um nome que não depende de modismos, mas sim, resiste ao tempo.
Porque mais do que nomear marcas, batizamos propósitos.
E quando um propósito ganha nome, ele ganha voz, ganha forma, ganha mundo.